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domingo, 13 de março de 2016

Software capaz de se adaptar sem receber atualizações por 100 anos

Convivemos no mundo moderno com a chamada obsolescência programada, trata-se do fato de que as tecnologias que consumimos tem um prazo de validade, que determinam o momento em que deveremos trocar peças de equipamentos ou atualizar softwares, geralmente, investindo dinheiro nesse processo. Agora, imagine um software que não precise de qualquer atualização pelo menos pelos próximos 100 anos mesmo com todo o avanço da tecnologia nesse período todo. É o que a DARPA (Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa dos EUA) pretende oferecer em seu novo projeto chamado de Building Resource Adaptive Software Systems, ou simplesmente "BRASS" e está em seus estágios iniciais, com previsão de desenvolvimento pelos próximos quatro anos. Seria ótimo não ter que atualizar nossos dispositivos e eles ainda se manterem sempre atualizados (meio controverso isso). Porém, essa tecnologia provém de um departamento militar dos EUA onde irão utilizá-lo em defesa nacional. Mas como é o caso da internet, Worl Wide Web, vídeo coferência, Google Maps, Siri, Unix, GPS e de muitos outros projetos que tiveram uma mãozinha da DARPA essa tecnologia do programa "imortal" possivelmente não demorará muito para se tornar pública, pelo menos é o que esperamos.

Fonte: Tudocelular.com

sábado, 12 de março de 2016

iPhone 7, será o primeiro smartphone com suporte à tecnologia Li-Fi?

Li-Fi (abreviação de Light Fidelity) se refere a um sistema de comunicação com luz visível que emprega luz de LED para transmitir comunicações em alta velocidade, de forma similar como acontece no Wi-Fi, saiba mais no link sobre essa tecnologia.
De acordo com o Appleinsider, uma parte do código analisado do iOS mostra que o sistema já estaria recebendo uma compatibilidade inicial para a tecnologia Li-Fi, isso quer dizer que, mesmo sendo pouco provável, há indícios que o iPhone 7 seja o primeiro smartphone a ter suporte à essa tecnologia, apesar de que ela ainda precise passar por uma padronização para que seja adotada em larga escala no mercado. Até então, o iPhone deverá continuar utilizando o Wi-Fi. Isso também não indica que veremos esta tecnologia de transmissão de dados sumir do mercado nos próximos anos, já que será normal que a duas existam de forma complementar. 
A tecnologia está sendo testada em escritórios e ambientes industriais em Tallinn, na Estônia, com transmissão de dados de 1 GB por segundo – o que é 100 vezes mais rápido do que a média atual de velocidade do Wi-Fi.
Vamos torcer para que a Li-Fi saia dos testes para as nossas casas, evitará que vizinhos aproveitadores utilizem da nossa fonte, com essa velocidade eu não estaria nem um pouco ligando para esses vizinhos, chato é que a luz não ultrapassa barreiras opacas, mas sempre vai existir o velho e bom Wi-Fi para suprir os cantinhos mais escuros de nossas residências.
Veja a imagem abaixo do teste realizado para o próximo iPhone, imagem essa originada na China, que é onde os aparelhos são fabricados.
 Fonte: ValueWalk

Menor sistema de micro-bomba à vácuo do mundo

Notícia antiga, mas relevante...
Pesquisadores financiados pela DARPA (Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa dos EUA) criaram o menor sistema de bomba à vácuo do mundo que pode ser usada por quaisquer eletrônicos ou sensores que requerem vácuo. Em 2008, o programa da DARPA Chip-Scale Vacuum Micro Pumps (CSCMP) começou a desenvolver as mais pequenas e eficientes bombas à vácuo já criadas. Elas  podem ser utilizadas para construir sensores químicos minúsculos, tais como analisadores de gás ultra-sensível para detectar ataques químicos ou biológicos, ou projetar novos sensores, ou instrumentos para micro-drones. As bombas à vácuo do tamanho de um moeda foram criadas por pesquisadores da Universidade de Michigan, MIT e Honeywell International.

Fonte: Darpa

sábado, 16 de janeiro de 2016

Dispositivo para bicicleta que gera água durante o percurso

Kristof Retezár, um designer com sede em Viena, inventou um dispositivo que pode extrair a umidade do ar e condensá-lo em água potável. O dispositivo acessível, apelidado de Fontus, pode ser anexado a uma bicicleta para que ciclistas possam gerar água durante passeios de longa distância.
 
Fontus funciona usando o princípio básico da condensação, o que pode ser facilmente demonstrado, por exemplo, quando você tira algo gelado de uma geladeira e na parte externa começa a formar gotículas de água, isto é, retirar água do ar devido à umidade. 

O dispositivo alimentado por energia solar composto por um condensador, está ligado a uma série de superfícies hidrofóbicas, que imediatamente repelem a água condensada de modo a obter um fluxo de queda (na garrafa).
Fonte: LiveScience
 



terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Problemas em "Hoverboards"!!!

Scooters com  auto-equilíbrio chamados de "Hoverboard", uma vez elogiados como moda entre os skates eletrônicos, são agora objeto de uma investigação de segurança em curso nos Estados Unidos. Alguns varejistas online estão tirando certas marcas de suas prateleiras virtuais devido a vários incidentes em que os dispositivos futuristas se envolveram, onde pegaram fogo ou explodiram. Mas o problema não é causado pelos hoverboards em si, mas sim pelas suas fontes de energia: feitas de baterias de íon-lítio de baixa qualidade, dizem os especialistas.
Baterias de íon-lítio com circuito defeituoso pode explicar alguns dos problemas recentes relatados. Por exemplo, na Louisiana, uma prancha (board) de carga explodiu e incendiou uma casa pouco antes do dia de Ação de Graças, informou o site WGNtv.com. E outro pegou fogo em um shopping em Auburn, Washington, no início de dezembro, de acordo com a Fox 13.
À luz destes e de outros acontecimentos, as gigantes do comércio varejista online, Amazon e Overstock retiraram dos seus websites alguns modelos de hoverboards. Além disso, muitas companhias aéreas estão agora proibindo o embarque em aviões desses dispositivos, citando riscos de segurança. A alfândega dos EUA (
Customs and Border Protection - CBP) apreendeu quase 170 hoverboards que tinham baterias falsificadas ou que tinham outros sinais de falsificação, de acordo com um comunicado da agência.

O que importa é termos dinheiro para comprar um desse, saber escolher e nos divertir como no vídeo a baixo, já que no Brasil custa quase R$ 3 mil.
Fonte: LiveScience

domingo, 20 de dezembro de 2015

Próteses controladas pelo cérebro

Imagine se seu cérebro podesse se comunicar com um dispositivo externo, como um braço mecânico controlado por pensamento ou um dispositivo para restaurar a visão. Pesquisadores da DARPA estão investigando as vias de comunicação potenciais entre o cérebro humano e as máquinas para a construção, auxílio, aumento ou reparo de funções cognitivas ou sensório-motoras humanas.

A investigação sobre estas chamadas interfaces cérebro-máquina começou na década de 1970, e o trabalho dos pesquisadores da DARPA está focado em neuropróteses que visam restaurar a visão danificada, audição e movimento do usuário. Um dos projetos de interface cérebro-máquina da DARPA é o  Proto2, um braço protético controlado por pensamento. Proto2 consiste de uma mão hábil e dedos que podem realizar 25 movimentos articulares.

Veja o vídeo abaixo dos movimentos de uma prótese já bem avançada ...

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Satélites e viagens espaciais proporcionados por aviões comerciais


O avião, apelidado de "Cosmic Girl", foi originalmente usado pela empresa Virgin Atlantic destinada a passageiros com destinho da Europa para os Estados Unidos. Em sua segunda vida vai lançar foguetes não tripulados que transportam pequenos satélites para ficarem na órbita da Terra.

Cosmic Girl levará o satélite e o pequeno foguete, apelidado de LauncherOne, sob a sua asa esquerda. Depois de atingir sua altitude superior, o foguete irá separar e cair fora do plano. O foguete então será ativado incinerando seu combustível de hidrogênio líquido e seguirá para a órbita da Terra, é claro com todos os cálculos realizados para ele atingir a velocidade necessária de órbita.

O lançamento de um plano horizontal é também a forma como a Virgin Galactic planeja transportar turistas espaciais em viagens suborbitais curtas para o espaço sideral. Mas um plano diferente da empresa, vai levar missões tripuladas ao espaço co gravidade zero sendo que esses vôos não chegarão a órbita geoestacionária onde os satélites transitam. 

A Virgin Galactic já tem contratos com a NASA (4, 7 milhões de dólares em contrato) e com a OneWeb (planeja acesso global a internet), mas ainda não lançou satélites nem turistas no espaço.

Fonte: LiveScience